O ET
de Varginha | Visões em Série | Um Mistério de Dez Anos | Relações
com ET
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para conhecer a Home Page dos ufólogos Ubirajara
Rodrigues, Claudeir
Covo, Vitorio Pacaccini e Marcelo Moreira, encarregados
da investigação.![]()
O
extraordinário relato de um contato alienígena mobiliza
ufólogos e envolve o Exército numa acusação de
sequestro
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Liliane,
Valquíria e Kátia, as três jovens
que disseram ter visto o ET: "Não era bicho nem
gente, era
uma coisa horrível."
Caiu do céu o mais recente filão econômico da cidade
de Varginha, em Minas Gerais. Conhecido exportador de
café, o município ganhou súbita fama nacional graças
a um produto que nada tem a ver com terra. Às 15h30 de
um ensolarado sábado, 20 de janeiro, três garotas
desciam a trilha de um terreno baldio do bairro Jardim
Andere, a dois quilômetros do centro da cidade, quando
uma delas, Liliane Fátima Silva, 16 anos, olhou à sua
esquerda e gritou. Uma criatura estranha, com três
protuberâncias na cabeça e pele viscosa estava a cerca
de sete metros de distância, próxima ao muro que divide
o terreno com uma oficina mecânica. "Estava
agachada, com os braços compridos no meio das
pernas", lembra a garota."Vi primeiro os olhos,
enormes e vermelhos." Com medo, Liliane virou de
costas, enquanto sua irmã Valquíria, 14 anos, e a amiga
Kátia Andrade Xavier, 22 anos, continuaram a observar.
"Não era bicho nem gente, era uma coisa
horrível", afirma Kátia, que trabalha como
empregada doméstica e tem três filhos. "Ele
parecia abobado, não fez nenhum barulho", completa
Valquíria. A criatura, no entanto, esboçou um leve
movimento com a cabeça e as três garotas saíram
correndo. Quarenta minutos depois, a mãe de Liliane e
Valquíria, Luiza Helena Silva, 38 anos, chegou ao
terreno baldio para averiguar o que tanto assustara suas
filhas. Nada encontrou. A história ganhou proporções
porque, aparentemente sem nenhum tipo de comunicação
com Liliane, Valquíria e Kátia, o casal de
trabalhadores rurais Oralina Augusta e Eurico Rodrigues
afirmou ter visto, na madrugada do dia 20, um Objeto
Voador Não-Identificado. Eles dormiam na casa da fazenda
de 150 alqueires que fica à beira da estrada que liga
Varginha a Três Corações quando foram despertados pelo
barulho dos animais. "O gado corria de um lado para
o outro no pasto diante da nossa janela", conta
Eurico. "Olhamos para o céu e vimos um objeto
cinza, com formato similar ao de um submarino, do tamanho
de um microônibus, sobrevoando o pasto lentamente, a
cinco metros do solo", descreve Oralina. "Ele
soltava uma fumaça esbranquiçada, não tinha luzes nem
fazia barulho." Na cidade, a associação entre a
nave e o ET que apareceu 14 horas mais tarde foi
imediata.
Advogado e professor de direito em uma das quatro
faculdades da cidade, Ubirajara Franco Rodrigues, 40
anos, começou a investigar o caso no dia seguinte.
Ufologista há mais de duas décadas, estima que apenas
1% das descrições de avistamentos de naves espaciais é
verídica. Para ele, o caso de Varginha é a exceção
que confirma a regra. "O que elas viram era, de
fato, uma criatura desconhecida na Terra", afirmou
Rodrigues. Ele concluiu, ainda, que pelo menos duas
entidades biológicas extraterrestres, o nome pelo qual
os ufólogos designam os ETs, estiveram na cidade no dia
20 de janeiro.
Desde então, uma legião de estudiosos do fenômeno
aportou em Varginha. Mais precisamente, 66 ufólogos já
passaram pela cidade para realizar investigações.
"É um caso sem precedentes em nossos
registros", diz o engenheiro Claudeir Covo,
presidente do Instituto Nacional de Investigação de
Fenômenos Aeroespaciais (Infa). O professor de
psiquiatria da Harvard Medical School, John Mack, que
pesquisa encontros humanos com alienígenas, deslocou-se
dos Estados Unidos para fazer uma série de entrevistas
com as mulheres. O fenômeno acabou extrapolando o
círculo de estudiosos do tema. Apenas o Fantástico, da
Rede Globo, dedicou-lhe três reportagens. Na pele do
ator Reinaldo, o ET chegou ao programa Casseta &
Planeta . Ao assistir a si próprio na Globo, o prefeito
Aloysio Ribeiro da Silva (PPB) estava feliz da vida.
"O ET deu uma tremenda publicidade para
Varginha", vibrou. "Estou disposto a patrocinar
um encontro internacional de ufologia."
Antes de organizar um evento deste porte, os ufólogos
pretendem concluir uma investigação que já leva quatro
meses e aponta o Exército como responsável pela captura
e ocultação de pelo menos um dos dois ETs que teriam
aparecido em Varginha. Em documento assinado por dez
entidades, eles apontam "uma verdadeira e complexa
operação envolvendo autoridades militares e
profissionais civis, que resultou na captura de criaturas
não classificadas biologicamente, as quais foram
mantidas sob observação médica e posteriormente
retiradas da cidade". Além do advogado Rodrigues,
coordena a investigação o ufólogo Vitório Pacaccini,
31 anos, que mora em Belo Horizonte e deslocou-se para a
região nas últimas semanas. Ambos juram que já ouviram
14 testemunhas das aparições do ET, entre elas quatro
militares. Mas se recusam a revelar qualquer nome ou
prova, além da foto de uma suposta entrevista com um dos
militares que teriam participado da operação. Os
ufólogos sustentam que uma criatura teria sido capturada
por quatro homens do Corpo de Bombeiros de Varginha às
10h30 do dia 20 de janeiro, nas imediações de um
bosque, a apenas três quarteirões do terreno baldio no
qual as garotas teriam visto um alienígena cinco horas
depois. Colocado numa caixa de madeira coberta por um
pano branco, o ET, afirmam os ufólogos, foi
imediatamente levado por um caminhão militar para a
Escola de Sargento das Armas (ESA), na cidade de Três
Corações, a 25 quilômetros de Varginha.
No dia seguinte, ainda segundo os ufólogos, outra
criatura teria sido vista no Hospital Regional, no centro
de Varginha - e aí sim seria o ET observado de perto
pelas três amigas. Numa operação que envolveria
militares da ESA, oficiais da PM e homens do Corpo de
Bombeiros de Varginha, o ET, na versão de Rodrigues e
Pacaccini, teria sido transportado na madrugada da
segunda-feira 22 para o Hospital Humanitas, a 1,5
quilômetro do centro, o mais equipado da região. Por
volta das 18 horas do mesmo dia, a criatura, já sem
vida, teria sido levada para a ESA, num comboio formado
por três caminhões de transporte de tropa. O mesmo
comboio sairia da escola militar de Três Corações às
4 horas da terça-feira 23 de janeiro em direção a
Campinas, onde a carga teria sido entregue a outra
unidade militar, possivelmente a Escola Preparatória de
Cadetes."Toda a operação foi comandada pelo
tenente-coronel Olímpio Wanderley Santos", denuncia
Rodrigues. "Temos o depoimento de um militar da ESA,
diretamente envolvido na operação, descrevendo as
manobras", assegura Pacaccini. Na gravação, de 42
minutos, o militar conta inclusive que, ao deixar o
Hospital Humanitas, o corpo cheirava muito mal.
O Exército nega a história. O porta-voz do Comando
Militar do Leste, coronel Luiz Cesário da Silveira
Leite, diz que nenhum militar da corporação capturou ET
algum. "Nossas preocupações são com os
alienígenas nacionais e estrangeiros, mas terrestres, e
não com os extraterrestres que, espero, estejam em
paz", disse ele ao repórter Hélio Contreiras, de
ISTOÉ. O coronel classificou de "exageradas as
informações que fazem relação entre o ET de Varginha
e o Exército". "As afirmações dos
ufologistas são tão absurdas que chegam a ser
ridículas", emenda o general Sérgio Pedro Coelho
Lima, comandante da ESA. Em seu gabinete, o general
guarda uma pasta amarela intitulada Caso Extraterrestre
cuja capa reproduz o sistema solar. Dentro dela estão
arquivadas todas as publicações feitas sobre o assunto.
Apontado como o comandante da operação de sequestro e
transporte do ET de Varginha para Campinas, o
tenente-coronel Olímpio Wanderley Santos conta que soube
do envolvimento de seu nome no caso através de
telefonemas. "Na hora, achei que era trote."
Nas Forças Armadas, é a Aeronáutica quem mais se
preocupa com o fenômeno dos extraterrestres. O I Centro
Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo
(Cindacta), localizado em Brasília, tem um dossiê sobre
Ovnis (Objetos Voadores Não-Identificados).
"Existem até hoje casos não explicados pela
Aeronáutica em relação a Ovnis", afirmou o
brigadeiro Cherubim Rosa Filho, ministro do Superior
Tribunal Militar. Um desses casos mais famosos envolveu
um ex-ministro, teve o aval do então ministro da
Aeronáutica, brigadeiro Octávio Moreira Lima, e está
completando dez anos sem que a investigação tenha
chegado a nenhuma conclusão.
O problema do ET de Varginha é que um episódio
mal-esclarecido e uma coincidência de fatos só agora
revelada aumentam ainda mais o mistério que move o caso.
A empregada doméstica Luiza Helena, mãe de duas das
três garotas que teriam visto o alienígena, denunciou
que no começo deste mês quatro homens de terno a
procuraram em casa e propuseram pagar para que suas
filhas negassem publicamente o contato com o ET.
"Eles falaram que pagariam em dinheiro vivo",
diz Luiza Helena. "Ficaram de voltar, mas não temos
como esconder a verdade." O quarteto não se
identificou e a visita foi presenciada apenas pelas
meninas. O pai delas, o cobrador de ônibus João Lopes
da Silva, estava trabalhando quando a tentativa de
suborno teria sido feita. A coincidência entre a versão
dos ufólogos e os fatos só se tornou pública na
última semana. O administrador do Hospital Regional,
Adilson Usier Leite, revela que na semana seguinte ao
suposto aparecimento do ET, os dois hospitais da cidade
foram palco de movimentações excepcionais. No Regional,
um carro do Corpo de Bombeiros levou um corpo exumado
para a realização de um raio x da coluna. Tratava-se de
um estudante de engenharia, filho de uma família
tradicional da cidade, que fora encontrado morto numa
cela da Polícia Civil, pouco depois de ser preso,
acusado de roubo. No Hospital Humanitas, que Leite
também administrava na ocasião, a movimentação
excepcional ficou por conta da chegada dos equipamentos
para a realização do primeiro transplante de coração
na cidade. "Quando surgiu esta história do ET achei
melhor não comentar que policiais e bombeiros estiveram
no Regional", afirma Leite. Nada disso, porém,
convence os ufólogos. Eles insistem que falam a verdade
quando dizem que, em lugar de novos equipamentos ou um
caso especial, tanto os hospitais da cidade quanto o
Corpo de Bombeiros agiam, sim, em torno do cadáver de um
ET. E vão adiante: Rodrigues e Pacaccini retornaram a
Varginha após uma viagem investigativa a
Campinas."Sabemos com certeza absoluta que a
criatura foi necropsiada por Badan Palhares", afirma
Rodrigues, referindo-se ao conhecido legista da
Universidade de Campinas (Unicamp). "Nesta altura
dos acontecimentos, existe até a possibilidade de a
criatura já ter sido levada do Brasil para os Estados
Unidos", completa Pacaccini. "Não sei de onde
tiraram essa imaginosa idéia", rebateu Palhares em
Campinas. "Efetivamente desconheço qualquer tipo de
material alienígena que tenha vindo para o IML ou para a
Unicamp." as manobras"
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EXÉRCITO
O general Coelho Lima, comandante da ESA, despreza a
versão:
"As afirmações são tão absurdas que chegam a
ser ridículas"
[NOTA: Artigo original publicado pela revista ISTO É].
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english version.
Na esteira do ET de Varginha,
relatos de avistamentos de naves espaciais e seres
extraterrestres começam a fazer parte do cotidiano da
região. Na noite da segunda-feira 13/05, pelo menos
três pessoas asseguraram ter observado a trajetória de
um Ovni na Vila Militar de Três Corações, a apenas
dois quilômetros da Escola de Sargento das Armas (ESA).
"Dava para ver nitidamente a cúpula da nave, com
uma base retangular, repleta de pontos de luz,
movimentando-se como se delimitasse um triângulo no
céu", conta Luís Fernando Toledo, 30 anos,
auxiliar de secretaria da Faculdade de Ciências, Letras
e Artes.
Antes de desaparecer, o objeto teria passeado pelo céu
por mais de uma hora, tempo suficiente para que o
fotógrafo Afrânio da Costa Brasil, 31 anos, pegasse seu
equipamento e registrasse a inusitada imagem. Ele,
porém, preferiu ficar olhando para o espaço. E nada
fotografou. Dois dias depois, junto com a filha, Emeline,
9 anos, teve que contentar-se em desenhar a imagem que os
três viram. "Não se esqueça das luzes laranja
embaixo da parte redonda", disse-lhe a garota.
"Eram como janelas de ônibus, uma depois da
outra."
A tranquilidade de Emeline diante do suposto Ovni está a
anos-luz de distância das emoções que um contato
imediato de terceiro grau provocou na dona de casa
Teresinha Galo Clepf, 67 anos. Na noite de 21 de abril,
ela saiu para fumar na varanda de um restaurante, no
Jardim Zoológico de Varginha, onde estava sendo
comemorado um aniversário. Ela garante ter visto atrás
da mureta da varanda a cabeça de uma criatura idêntica
à descrita três meses antes pelas garotas da cidade.
"Fiquei pregada no chão, não conseguia desviar meu
olhar daqueles olhos horríveis, esbugalhados e
vermelhos", conta. "É a coisa mais feia que
já vi na vida."
As autoridades militares do Brasil,
ao menos publicamente, não costumam dedicar espaço em
suas agendas para tratar de fenômenos ufológicos. Há
exatos dez anos, porém, a Aeronáutica chegou a deslocar
três caças F-5 e três Mirage III para sair em
perseguição a supostos Ovnis (Objetos Voadores
Não-Identificados). A operação que mobilizou o sistema
de defesa aérea do País foi desencadeada pelo coronel
Ozires Silva. Em 19 de maio de 1986, logo depois de ser
nomeado presidente da Petrobrás, o coronel voltava de
Brasília a bordo de um avião Xingu e ao se aproximar da
Base Aérea de São José dos Campos (SP) avistou alguns
discos luminosos - também registrados pelos radares do
avião. O próprio Ozires resolveu iniciar uma
perseguição às tais luzes, enquanto acionava pelo
rádio o Centro Integrado de Defesa Aérea. Depois de
três horas, as luzes sumiram do mesmo modo que
apareceram, misteriosamente.
Na época, o então ministro da Aeronáutica, Octávio
Moreira Lima, assegurou que os Ovnis "eram pelo
menos 20." O coronel-aviador Ney Antunes Cerqueira,
então chefe do Centro de Operações de Defesa Aérea,
garantia, contudo, que apenas três Ovnis foram
registrados. Para esclarecer o episódio, o brigadeiro
Moreira Lima prometeu um relatório oficial sobre as
investigações da Aeronáutica em 30 dias. Até hoje os
resultados dessa investigação são guardados a sete
chaves e poucos querem falar do assunto. "Não me
lembro de coisas de dez anos atrás", esquiva-se o
coronel Cerqueira, hoje chefe do Serviço de Proteção
ao Vôo, em São Paulo. Outros, com melhor memória,
evitam comentar o resultado da investigação. "Foi
uma ocorrência excepcional, mas não chegamos à nenhuma
explicação", sustenta o brigadeiro Moreira Lima.
Em São José dos Campos, onde mora, e em São Paulo,
onde trabalha, o ex-ministro Ozires Silva não atendeu a
imprensa. Apesar do silêncio oficial, os ufólogos não
pretendem arquivar esse caso definitivamente. O episódio
será tema de um livro, já em fase final, do presidente
do Instituto Nacional de Investigação de Fenômenos
Aeroespaciais (Infa), Claudeir Covo. "Os cidadãos
têm o direito de conhecer esse caso. Conto com a
liberação do relatório da Aeronáutica para terminar o
livro", reivindica o ufólogo.
Ex-radialista
revela ter tido relações com ET
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Antônio
Nelson Tasca mostra a marca que
extraterrestres fizeram em suas costas durante o rapto
Contato íntimo com espécime feminino de alienígena teria acontecido no interior de Chapecó em 1983
Chapecó - A crença
de que não só na Terra existe vida a cada dia ganha
novos adeptos em todo mundo. Tornam-se mais freqüentes
as manifestações de avistamento de objetos voadores
não identificados (Ovnis). Essa onda incentivou o
corretor de imóveis em Chapecó, Antônio Nelson Tasca,
de 62 anos, a revelar uma história que garante ser
verdade: seu rapto por extraterrestres em 1983, próximo
a uma granja no interior. O mais inédito em suas
afirmações está na de que manteve relações sexuais
com um espécime feminino de extraterrestre.
Ex-radialista, Tasca está preparando seu livro que já
tem 400 laudas escritas, "O homem marcado pelo disco
voador", para relatar a experiência. Assegura que
recebeu uma mensagem, com missão de alertar ao povo
terrestre.
Segundo Tasca, antes de conhecer a mensagem, já no
interior da nave, surgiu por uma porta ogival uma mulher
"de beleza ímpar, com 1,20 metro de altura, cabelos
até os ombros e olhos de oriental".
Telepaticamente, a alienígena pediu calma, dizendo ser
de paz e amor - garante. "Nunca tive qualquer
experiência telepática", confessa. Suas perguntas
eram respondidas sem que fossem formuladas verbalmente. A
estranha se identificou como Cabalá, mensageira do mundo
de Agalí e que tinha uma missão a cumprir. Curioso por
saber onde estava, Cabalá disse que o local era um
oceano, a 180 metros do nível do mar.
Tasca conta que, durante seu contato com Cabalá, foi
tomado por ardente excitação carnal, por um estado de
espírito nunca experimentado. Ele revela detalhes da
relação sexual que garante ter ocorrido: "deitada
sobre um divã, Cabalá puxou o vestido para cima e ficou
nua do peito para baixo. "Todos os preceitos,
escrúpulos e resistências que me animavam caíram por
terra", admite, sem descrever detalhes.
Marca
Além das lembranças que marcaram
sua vida, talvez a única prova desse contato de 4º grau
é um sinal em forma de W que traz nas costas. Segundo
Tasca, a forma de gravação da letra é incompreendida
até mesmo por médicos que o examinaram na ocasião. A
lesão foi feita sobre a espinha dorsal e analisada pelos
médicos Júlio Zawadscki, Madalozzo e Carlos Reis -
conta. Ao contrário de marcas feitas a ferro, os pêlos
não foram destruídos. Antonio Tasca afirma que nunca
chegou a sentir dor, febre, prurido ou eritrema.